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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Nissan apresenta seu time para as Olimpíadas 2016


A Nissan anunciou nesta quarta-feira (28), durante um evento no Rio de Janeiro, os integrantes do “Time Nissan”, programa de incentivo a atletas com foco nas Olimpíadas 2016 e Jogos Paralímpicos do Rio 2016. Das mais de 300 pessoas inscritas pelo site, 24 atletas olímpicos e seis paralímpicos foram escolhidos para compor o time. A seleção foi feita pelo presidente da Nissan do Brasil, François Dossa; pelo diretor de marketing , Carlos Murilo Moreno; pelo superintendente de esportes do Comitê Olímpico Brasileiro, Marcus Vinícius Freire; pelo diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro, Edílson da Rocha; e pelos mentores Hortência Marcari e Clodoaldo Silva.

O “Time Nissan” será representado por 12 esportes olímpicos e 5 paralímpicos, sendo 12 homens e 13 mulheres nascidos em 11 estados, de norte a sul do País. Por conta de viagens e competições, os cinco atletas olímpicos ainda não anunciados serão conhecidos após assinatura dos respectivos contratos. “O Time Nissan vai dar apoio na formação de promissores atletas de diversas regiões rumo às Olimpíadas 2016 e aos Jogos Paralímpicos do Rio 2016. Com esse projeto, a Nissan pretende contribuir com o desenvolvimento do esporte e deixar um legado para os atletas brasileiros”, disse o CEO da Nissan, Carlos Ghosn.

Todos os integrantes do time receberão um exemplar do Nissan Livina na versão X-Gear, que receberá adaptações para atender às necessidades dos atletas paralímpicos. Os custos de seguro, manutenção e revisão serão de responsabilidade da fabricante. “Nosso objetivo é facilitar a mobilidade dos atletas, colaborando para uma melhor qualidade de vida e também para o melhor desempenho durante os treinamentos”, disse François Dossa, presidente da Nissan do Brasil.

Um bom exemplo para esse benefício cedido pela marca é o esgrimista Jovane Guissone, campeão dos Jogos Paralímpicos de Londres, que chegava a gastar quatro horas por dia em transporte público para realizar seus treinos.

Hortência Marcari, ícone do basquete brasileiro e medalhista olímpica, e Clodoaldo Silva, um dos maiores medalhistas paralímpicos de todos os tempos, serão os “mentores” desses jovens atletas, acompanhando a preparação e dividindo suas experiências pessoais e esportivas até o início das competições, em 2016.

A Nissan, patrocinadora das Olimpíadas 2016 e dos Jogos Paralímpicos do Rio, fornecerá 4.500 veículos com foco na energia limpa (etanol, gás natural e eletricidade).

Confira os selecionados para compor o “Time Nissan” nas Olimpíadas 2016:
Adriana Araújo, boxe
Alessandra Marchioro, natação
Ana Marcela de Jesus, natação
Evandro Gonçalves, vôlei de praia
Felipe Kitadai, judô
Franck Caldeira, atletismo
Graciele Herrmann, natação
Guilherme Toldo, esgrima
Isabel Swan, vela
Isabela Ramona Macedo, basquete
Leonardo de Deus, natação
Nivalter Santos, canoagem
Raphaela Galacho, taekwondo
Renata Decnop, vela
Renato Rezende, ciclismo
Rosangela Santos, atletismo
Vitor Araújo, vôlei de praia
Yamaguchi Falcão Florentino, boxe
Ygor Coelho, badminton
Cláudia Cícero dos Santos, remo
Dirceu Pinto, bocha
Edência Garcia, natação
Jovane Guissone, esgrima
Michele Ferreira, judô
Susana Scharnardof, natação
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Nissan registra crescimento de altos 149% em julho


A Nissan divulgou na última semana seus números de venda no mercado brasileiro em julho, quando abocanhou 3,4% de participação de mercado. Durante o mês passado, a marca japonesa comercializou em nosso mercado 12.014 unidades, apresentando um expressivo crescimento de 149% em comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o mercado total cresceu 22%.

O principal destaque da marca em julho foi a Frontier, que emplacou 2.141 exemplares, com uma alta de 87% em relação a julho de 2011, resultado que a colocou como a quarta mais vendida entre as picapes médias no acumulado do ano. A Frontier lidera em várias cidades do País, como Ribeirão Preto, onde tem 31,2% de participação de mercado.

Entre as principais cidades brasileiras, a Nissan também se destacou. Em Recife, por exemplo, são 7,2% de market share. Em São Paulo, 5,5%; no Rio de Janeiro, 5,5%; em Curitiba, 5,1%, e em São Luís, 4,7%.
Fonte: BlogAuto

terça-feira, 31 de julho de 2012

Nissan Rogue será fabricado na Coreia do Sul


A Nissan definiu o local de produção da nova geração do crossover Rogue. A partir de 2014, o carro será fabricado na planta de Busan, na Coreia do Sul.

Anteriormente, acreditava-se que o Rogue, feito atualmente no Japão, passaria a ser produzido nos Estados Unidos, mas a Nissan optou pela fábrica sul-coreana em razão de alguns benefícios, como o acordo de livre-comércio que vem sendo discutido entre China, Coreia do Sul e Japão.

O investimento feito pela Nissan na planta de Busan será de US$ 160 milhões. Anualmente, serão produzidas 80 mil unidades do Rogue, que serão exportadas para outros países asiáticos e para a América do Norte.
Fonte: QuatroRodas

domingo, 22 de julho de 2012

Vou de táxi, elétrico!


No olho do furacão do trânsito de São Paulo (SP), na intersecção entre a Avenida Paulista e a rua da Consolação, agora ficam estacionados dois veículos que mais parecem naves espaciais. Não se trata, porém, de uma base de lançamento de foguetes ou algo parecido. Falamos do ponto de táxi mais moderno do país, onde operam os primeiros veículos elétricos da cidade e antecipam, ainda que a passos curtos, o que pode ser o futuro do transporte da maior metrópole da América Latina, hoje com mais de 30.000 táxis.


E os dois Nissan Leaf (carros de “emissão zero”) estão fazendo sucesso em uma das esquinas mais movimentadas da cidade. “O ponto de táxi daqui a pouco virou ponto turístico. Quando estamos parados por aqui toda hora pinta um curioso que reconhece o carro elétrico e fica surpreso ao vê-lo em São Paulo. Eles tiram fotos, fazem mil perguntas, entram no carro...”, contou José Antonio Nunes, o motorista do Leaf 0001 e o mais novo expert em carro elétrico do país.


“Estou há 36 anos na praça. Comecei com um Fusquinha com o limpador do para-brisa amarrado com um barbante e o acelerador preso com um arame. Hoje eu estou ‘metido’ de Leaf”, lembra Nunes, que diz rodar por dia cerca de 150 km com o modelo elétrico pela cidade. “Nem dá tempo da bateria terminar. No final do expediente encosto o carro na garagem da empresa, onde fica uma estação de recarga especial para ele”, explica.


A bateria do Nissan Leaf é feita com mesmo material das baterias de telefones celular, o íon de lítio. O conjunto é uma caixa selada de 300 kg, que fica alojado entre o banco traseiro e o passageiro. Com carga total, o Leaf roda até 160 km sem precisar “reabastecer”. Para recarregar, basta conectar o carro a rede elétrica por meio de uma tomada trifásica. O processo até atingir os 100% da capacidade do sistema leva 8 horas. Há um sistema especial que recupera até 80% da energia em 15 minutos, mas ele ainda não opera no Brasil.

“No começo ficava receoso pela bateria, tinha medo dela acabar e me deixar na mão no meio de uma corrida. Mas passou. Você aprende a confiar no carro e o marcador de alcance é muito preciso”, revelou Alberto Ribeiro, o motorista do Leaf 0002. “Mas é claro que sabemos da limitação do carro. Tanto eu como o Nunes às vezes temos de recusar algumas corridas mais longas, pois além do deslocamento até o destino também temos de calcular a distância do retorno até o ponto na Av. Paulista ou a garagem onde recarregamos os carros”, explica.

Apesar da limitação no alcance, o calcanhar de Aquiles de todo carro elétrico, a economia já aparece na ponta do lápis dos “taxistas elétricos”. “Antes, com um Renault Logan, eu estava gastando uma média de R$ 80,00 por dia com gasolina para percorrer até 250 km. Hoje não coloco a mão no bolso e rodo 150 km, pois recarrego o Leaf da empresa”, conta Nunes. Na conta de luz da Alô-Táxi, que opera o Leaf 0001, aparece um consumo de meros R$ 8,00 por dia para completar a bateria do táxi elétrico.

“Outra diferença que tivemos que nos habituar foi a sensação de aceleração mais forte, como a de um carro com motor 2.0, e o silêncio absoluto do carro. As pessoas não percebem o carro chegando. Passei o maior sufoco na 25 de Março, tive que buzinar para a multidão que não ouvia o carro se aproximar”, relembra Ribeiro.

Voz dos passageiros

Alguns passageiros notam que o Leaf é um carro diferente na hora, por causa do design ousado e as inscrições nas portas, e outros só percebem a bordo, onde o carro também mostra seu silêncio e um painel cheio de luzes coloridas e com acabamento moderno.

“Precisei de táxi só uma vez este ano e dei a maior sorte ao andar logo no primeiro carro elétrico da frota de São Paulo”, comemorou o administrador Aldo Jesus, que fez uma corrida de poucos quarteirões com o motorista Nunes. “Fiquei impressionado com o silêncio na cabine e o torque do motor também pareceu ser forte. Gostei tanto do carro que o motorista até deixou eu guiá-lo por um quarteirão. Não vou esquecer nunca dessa corrida”, salientou.

A estudante Gabriela Natni, de Belém do Pará (PA) e de passagem por São Paulo, também gostou do táxi elétrico. “Fiquei espantada quando vi esse carro em SP. Já tinha lido em revistas que isso é uma tendência mundial e achei interessante ela já estar entre nós. Durante o caminho, o motorista foi me explicando todos os detalhes diferentes do carro, adorei. Mas ainda acho que ainda vai demorar a chegar na minha cidade”, lamenta a passageira.

Até taxistas têm dia de passageiro no Leaf. O motorista Dener Lino que o diga. Ao armar a câmera da janela de seu táxi para fotografar o Leaf 0001 foi notado por Nunes, que imediatamente parou o carro e convidou Lino para conhecê-lo de perto e tirar uma fotografia mais caprichada. “Já tinha visto o carro em uma revista e fiquei surpreso em encontrá-lo tão rápido nas ruas e mais ainda ao conhecê-lo de perto”, contou o taxista, que está há 15 anos no ramo na capital paulista.

“Além do táxi ser bacana, o motorista Nunes é uma figura. Me deixou até guiar o carro, pode uma coisa dessas? Fiquei pasmo com o preço de rodagem. Ele me disse que gasta apenas R$ 8,00 por dia. Eu gasto mais de R$ 50,00!”, revelou Lino, que lamentou apenas pelo alto preço do carro no Brasil, que bate nos R$ 200.000. “Se fosse uns R$ 60.000 eu levava”, completou.

Projeto piloto

Os dois Leaf em operação fazem parte de um projeto piloto para divulgação e disseminação dos táxis elétricos no país. Estão na jogada o grupo Renault-Nissan do Brasil, a prefeitura de São Paulo, a AES Eletropaulo e Adetax, a associação das empresas de táxi. O plano compreende ainda a introdução de mais 8 carros elétricos na cidade até o final do ano, além da criação de cinco pontos de recarga rápida para os veículos em concessionárias Nissan.

Com uma frota em circulação, a associação espera convencer o governo brasileiro a aplicar impostos mais brandos para este tipo de veículo, além de incentivar a prática, afinal de contas os carros não emitem uma única partícula de CO2 na atmosfera.

Candidatos a “cartão postal”, os táxis elétricos de São Paulo já está agradando em cheio os motoristas, que economizam, e os passageiros, que são surpreendidos pela modernidade.
Fonte: iGCarros

sábado, 21 de julho de 2012

Nissan Note revela inspiração para futura geração da minivan Livina


Mostrada como conceito durante o Salão de Genebra, em março deste ano, o familiar Note foi apresentado em versão de produção nesta segunda-feira (16) pela Nissan. O modelo adianta linhas da futura geração da minivan Livina em nosso mercado, que tem previsão de lançamento para meados de 2014 – até lá, é provável que o automóvel ganhe uma nova reestilização.


O visual do Nissan Note não chega a encantar, mas é mais harmonioso e atual que o da Livina. A frente é volumosa e exibe um para-choque com linhas sinuosas. O destaque fica por conta dos faróis, que invade a parte de cima da grade, que conta com três filetes e um detalhe cromado na parte inferior. O para-brisa é amplo e em dias chuvosos é “enxugado” por dois limpadores opostos, a exemplo de modelos como Honda Civic e Citroën C4.


A lateral do Note mostra um forte vinco que nasce na lanterna traseira, passa pelas maçanetas e termina na caixa de roda traseira. Na traseira, há lanternas verticais que formam conjunto com o vidro. O interior usa componentes de modelos menores da Nissan, como a dupla March e Versa, com o caso do volante, das saídas de ar e das maçanetas, com acabamento cromado. O console central conta com acabamento em black piano e um sistema multimídia com tela LCD logo no centro, acima dos controles do ar-condicionado, digital.


No Japão, terra natal da Nissan, o Note será oferecido com motores 1.2 litro de 80 ou 92 cv de potência e outro turbo com injeção direta de combustível, associados a uma transmissão manual ou automática do tipo CVT.
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Nissan anuncia novo comercial para promover ofertas


A Nissan anunciou nesta quinta-feira (14) um novo comercial, para divulgar a redução de IPI e descontos especiais em toda linha da marca. E assim como todos os últimos comerciais da marca japonesa – com destaque para o famoso “Pôneis Malditos” –, o novo vídeo promete chamar atenção do público.

Dessa vez o tom bem humorado fica por conta de uma cena nada convencional: uma senhora cumpre a promessa feita há 50 anos ao marido, de descongelá-lo somente quando pudessem ter um carro japonês. Ou seja, mais uma vez a Nissan “se orgulha” de ser uma marca japonesa.
fonte: BlogAuto

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Nissan também atualiza valores de seus modelos


A Nissan também divulgou nesta quarta-feira (23) sua nova tabela de preços com a redução da alíquota do IPI para automóveis com motores de 1.0 até 2.0 litros e utilitários comerciais. O modelo de entrada da marca, o hatch pequeno March na versão 1.0 sem nenhum opcional, agora custa R$ 24.990. O mais caro, a picape média Frontier na variante LE Attack 4×4 com câmbio automático, que agora é oferecida por R$ 123.890.

Confira abaixo a nova tabela de preços:



fonte: BlogAuto

quarta-feira, 25 de abril de 2012

NISSAN REGISTRA RECORDE DE PARTICIPAÇÃO NO MERCADO BRASILEIRO EM MARÇO


O mês de março foi extremamente positivo para a Nissan. Além de registrar o 2º maior número de emplacamentos de sua história no Brasil (11.319) a marca japonesa, 6ª colocada entre as marcas, também atingiu 4% de participação de mercado, seu recorde em um único mês.


Em alguns mercados a Nissan conseguiu registrar números ainda melhores. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o market share chegou a 7%, enquanto no Rio de Janeiro e em Porto Alegre a participação foi de 5,7% e 5,6%, respectivamente.


O grande responsável pelos números positivos foi o March, que registrou 4.597 emplacamentos, seu novo recorde desde o lançamento no 2º semestre do ano passado. O Versa, com 2.095 unidades, veio em seguida. Já o Nissan Tiida, com 1.154 unidades, garantiu presença no pódio dos hatches médios.

Para Christian Meunier, presidente da Nissan do Brasil, “os números expressivos da Nissan em março são um incentivo extra para continuarmos trabalhando com todo o empenho para manter este ritmo forte de crescimento no País”.
Fonte: CarPlace

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Nissan apresenta versão final do ‘Táxi do Futuro’


A Nissan apresentou a versão final da van NV200, escolhida pela comissão “New York City Taxi and Limousine Commission” como o modelo exclusivo da cidade a partir de 2013. A ideia é implantar, aos poucos, um novo conceito de táxi na cidade que, diariamente, atende 600 mil passageiros.


A apresentação ocorreu nas prévias do Salão de Nova Iorque, aberto ao público entre os dias 6 e 15 de abril, nos Estados Unidos. Presente na estreia da NV200, o presidente e CEO da Nissan, Carlos Ghosn, comentou sobre o processo de desenvolvimento do projeto “O exclusivo ‘Táxi do Futuro’ tem como base a experiência global da Nissan em veículos comerciais, assim como a visão dos motoristas de táxi e passageiros de Nova York, que ajudaram a identificar importantes melhorias.”


A pesquisa com usuários e motoristas resultou em alguns pontos de aprimoramento dos veículos que servem como táxi: portas corrediças, teto transparente e sistema de comunicação entre motorista e passageiros são os itens que mais chamam a atenção no carro, que também conta com regulagem do ar-condicionado individual para o passageiro e tomadas 12 volts para auxiliar que utiliza o serviço. O modelo será fabricado na planta da Nissan em Cuernavaca, México.

Elétricos - a Nissan também está promovendo testes com seis unidades do veículos elétrico Leaf. Os modelos foram cedidos a motoristas de Nova Iorque para "estudar as possibilidade de utilização dos elétricos como táxis", de acordo com a marca. A montadora também forneceu três pontos de carregamento das baterias dos veículos.
Fonte: iCarros

sábado, 14 de abril de 2012

Nissan lança na Europa campanha pró-carro elétrico


A Nissan anunciou nesta sexta (30), em Rolle (Suíça), o lançamento da campanha The Big Turn On, que entregará 30 carregadores rápidos para veículos elétricos da marca japonesa pelo continente. A ideia é difundir a cultura e os conceitos do carro 100% elétrico por toda a Europa, com o objetivo de conquistar 1 milhão de consumidores interessados em veículos elétricos em cem dias na França, Reino Unido, Alemanha e Holanda.


Essa campanha tem como base o engajamento do público e o incentivo em suas cidades para a construção de uma nova estrutura para os veículos elétricos. Outro foco é acabar com muitos dos mitos de segurança e autonomia criados em relação ao carro elétrico.

Premiado como Carro do Ano 2011 na Europa e no mundo, o Nissan Leaf conquistou cinco estrelas nos testes de colisões do Euro NCAP e tem 95% de seus consumidores completamente satisfeitos, segundo pesquisas da empresa. Outro objetivo é convencer as pessoas de que o intervalo entre as recargas é suficiente para atender à maioria dos percursos diários das pessoas. O Leaf é homologado para percorrer 175 quilômetros, que representa mais que 90% do que um motorista europeu percorre em um dia de semana.

Para mobilizar as pessoas, a Nissan conta com a ajuda da internet e das redes sociais. No site The Big Turn On (www.thebigturnon.com), por exemplo, os consumidores poderão aderir à campanha clicando no botão “ligar” ou ainda se inscrever para um test-drive.

"A Nissan foi a primeira fabricante em massa de um carro totalmente elétrico, o Leaf. Nós reconhecemos a importância de um futuro com emissão zero e até agora, no decorrer da aliança com a Renault, temos investido mais de 4 milhões de euros em mobilidade elétrica", afirma o vice-presidente sênior de Vendas e Marketing da Nissan Europa, Paul Willcox. "Agora é o momento de mostrar à Europa os benefícios."

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Nissan Sentra muda até julho de 2013


Durante o Salão de Nova York, a Nissan informou que lançará cinco novos carros nos próximos 15 meses e divulgou um vídeo em que esses modelos aparecem cobertos com panos brancos. Os nomes já são conhecidos: o novo Altima, os futuros reestilizados Rogue e Versa hatch (o nosso Tiida) e as novas gerações do Pathfinder e do Sentra.

De todos, o que mais interessa ao Brasil é a nova geração do sedã médio. Embora coberto, de acordo com a revista Car and Driver, o modelo é o 5º da esquerda para a direita na imagem retirada do vídeo.

A Nissan ainda reafirmou que em sua nova geração o Sentra deve se inspirar na nova geração do Altima, sedã de luxo apresentado na mostra novaiorquina. Embora atual, o carro foi lançado mundialmente há cinco anos e já carece de uma revisão de estilo. No Brasil, ele vendeu 10.490 unidades durante 2011 (aproximadamente um quinto das vendas do líder Toyota Corolla), ocupando apenas a 7ª colocação no ranking de sedãs médios.

De olho no Golf

Coincidentemente, a Nissan revelou na terça-feira (10) que fará um investimento de US$ 200 milhões (aproximadamente R$ 367 milhões) em sua fábrica na Inglaterra para produzir a partir de 2014 um novo hatch médio destinado a encarar o Volkswagen Golf e o Ford Focus, modelos que caíram no gosto do consumidor daquele mercado. Este novo carro poderá tomar como base o design apresentado na minivan Invitation, mostrada no Salão de Genebra .

Enquanto isso, no Brasil, não está claro qual será o futuro do hatch médio Tiida, já que ele deve ser reestilizado nos Estados Unidos (onde é vendido como Versa Hatch) e já está uma geração adiantada na China.
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Nissan quer acelerar nova fábrica no Brasil


A Nissan afirmou que precisa rever os planos de crescimento no mercado brasileiro, principalmente após o acordo que estabeleceu cotas de exportação de veículos feitos no México para o Brasil.

De acordo com o presidente da Nissan, Carlos Ghosn, o acordo selado entre os dois maiores mercados da América Latina mostra que “o desenvolvimento de nossa nova planta brasileira deve ser ainda mais rápido do que estávamos planejando”. O executivo também afirmou que “a limitação de exportações do México para o Brasil faz que nossa planta brasileira se torne ainda mais fundamental”.

A urgência ressaltada por Ghosn se justifica pelo fato da Nissan ser uma das principais beneficiadas com o acordo comercial entre Brasil e México. Atualmente, a maioria de seus veículos são produzidos na planta de Aguascalientes e importados para cá sem cobrança de impostos. Apenas a picape Frontier e a minivan Livina são feitas no Brasil.

A montadora japonesa pretende gastar 2,6 bilhões de reais em sua nova planta, localizada em Rezende (RJ). Com a nova planta, a Nissan pretende elevar sua capacidade produtiva anual em 200 mil veículos. Hoje, a marca produz 59 mil unidades por ano em sua única planta brasileira, localizada em São José dos Pinhais (PR).
Fonte: QuatroRodas

quinta-feira, 22 de março de 2012

Nissan confirma relançamento da Datsun


Há algum tempo surgiram rumores de que a Nissan estaria pensando em reviver a Datsun, marca famosa por fabricar esportivos no passado, como uma marca de carros de baixo custo.


Passados alguns meses, Carlos Ghosn, CEO do grupo Renault-Nissan, confirmou o renascimento da marca durante uma coletiva de imprensa na Indonésia. De quebra, foi anunciado um investimento de US$ 400 milhões (cerca de R$ 730 milhões) para o desenvolvimento e produção dos primeiros carros dessa "nova" fabricante naquele país.

“Será um carro verde, acessível, com motor pequeno e um alto nível de conteúdo local... Vai ser um carro generoso” disse Ghosn a respeito do carro.

Em outras palavras, a Datsun será para a Nissan o que a Dacia é hoje para a Renault, por exemplo. O objetivo do grupo é duplicar a produção local, atingindo um pico de 250 mil unidades anuais até 2014, já incluindo os modelos da montadora de baixo custo.

A Datsun do passado

A marca Datsun foi fundada em 1904 e trinta anos depois – em 1934 – foi adquirida pela Nissan. Ela foi uma das responsáveis pela construção da imagem da marca japonesa nos Estados Unidos com modelos esportivos derivados dos Skyline e Pulsar, por exemplo, e também pela origem dos esportivos “Z” (300ZX, 350Z, 370Z).
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Nissan faz recall dos modelos Pathfinder e Infiniti nos EUA


A Nissan inicia, nos Estados Unidos, o recall de 195.991 unidades dos modelos Pathfinder (fabricado entre 1996 e 2004) e Infiniti QX4 (fabricado de 1997 a 2003). De acordo com a agência americana de segurança viária, a NHTSA, os veículos podem apresentar problemas de corrosão na suspensão em regiões com alta concentração de sal nas estradas. O sal é usado para ajudar a derreter a neve que obstrui as vias.

Por isso, a NHTSA destaca o problema em veículos que circulam nas regiões de Connecticut, Iowa, Delaware, Illinois, Indiana, Massachusetts, Maine, Maryland, Michigan, Minnesota, Missouri, New Hampshire, Nova Jersey, Nova York, Ohio, Pensilvânia, Rhode Island, Vermont, Washington DC, West Virginia e Wisconsin.

De acordo com o relatório da agência, a mistura de água e sal afeta a suspensão, que pode rachar com a corrosão e levar a ruídos, aumento do esforço da direção e, em casos extremos, a quebra da coluna de direção. O defeito pode causar acidentes pela perda do controle do carro.
A Nissan inspecionará gratuitamente o compartimento da suspensão e, se necessário, fará o reparo do veículo sem custos. Os proprietários serão avisados por meio de cartas até 16 de maio. Os clientes poderão entrar em contato com a Nissan nos Estados Unidos pelo telefone 1-800-647-7261.
Fonte: G1

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Nissan mede radiação de veículos produzidos no Japão para exportação


A japonesa Nissan começa a realizar testes de nível de radiação de dez veículos escolhidos aleatoriamente a cada lote embarcado para exportação no cais de Oppama, em Yokosuka . Os testes serão feitos no capô, volante e rodas dos carros. O esforço visa tranquilizar os clientes no exterior em relação à segurança dos produtos da marca produzidos no país, desde que o abalo sísmico de 11 de março danificou uma central nuclear no norte do Japão, causando a pior crise nuclear desde a de Chernobyl, em 1986.
Fonte:  G1

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Nissan fará os novos táxis de Nova York


Os “Yellow Cabs”, os famosos táxis amarelos de Nova York, deixarão de ter o tradicional formato sedã, que há décadas vem marcando a paisagem da região. A nova geração da frota será composta por minivans, mais precisamente o Nissan MV200. A marca japonesa foi escolhida pela comissão de transportes da cidade (TLC) após um processo de dois anos, no qual a Ford acabou fora. O contrato de exclusividade tem prazo de 10 anos e mais de US$ 1 bilhão. A renovação dos carros, que serão fabricados no México, começa em 2013.


A TLC escolheu o carro da Nissan influenciada por facilidade de acesso a cabine por deficientes físicos e o teto de vidro. O modelo tem motor 2.0 de baixo consumo e emissões, bem diferente dos modelos V6 e V8 da frota atual. Cada um dos novos taxis custará US$ 29.000 (cerca R$ 46.000).Também está nos planos a implementação de uma versão com motorização totalmente elétrica. As primeiras unidades de testes irão para as ruas de NY em 2012.


Todos os dias, mais de 600.000 passageiros andam de táxi em Nova York. São mais de 13.000 carros, que rodam mais de 805 milhões de quilômetros em conjunto por ano.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ainda tímida, Nissan bate recordes no Brasil


Terminar 2010 na 13ª posição no ranking de vendas mostra que a Nissan continua atuando timidamente no Brasil. Mas a marca japonesa começou 2011 subindo uma posição (ultrapassou a Mitsubishi) e batendo recordes: ao comercializar 5.837 unidades em março, a montadora registrou alta de 73% em relação ao mesmo mês do ano passado e elevou sua participação no mercado de 1% para 2%.

De acordo com a Nissan, puxaram esse crescimento os modelos Tiida e Sentra. O hatch médio, junto com sua versão sedã, vendeu 143% a mais (1.826 unidades) do que março de 2010, enquanto o carro que não tem cara de tiozão subiu 132% (1.154 emplacamentos) no mesmo período.

Com o objetivo de saltar para 5% de market share, a Nissan apostará suas fichas no compacto March, que chega no segundo semestre.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vendas da Nissan sobem e surpreendem nos EUA


A Nissan deu um enorme passo no mercado norte-americano em março deste ano. Segundo ranking de vendas do The Wall Street Journal, as vendas do Altima (modelo acima do Sentra não oferecido no Brasil) subiram 31% no mês passado somando 32.289 unidades. Tal volume levou o carro da marca oriental a terceira colocação nos Estados Unidos, atrás apenas das picapes Ford F-Series (53.272 unidades vendidas) e Chevrolet Silverado (32.555). Por outra óptica, o sedã japonês foi o veículo de passeio mais vendido na região no mês passado.

O resultado foi obtido por conta da estratégia agressiva que a Nissan adotou nos EUA. Quem financiar um carro da marca em 5 anos tem taxa zero de juros. No caso de financiamentos em 6 anos, o juros é 1,9% ao ano, valor também abaixo da média das concorrentes no país.

Outro carro da Nissan que também subiu exponencialmente nos EUA é o Sentra. Segundo a fonte, as vendas do sedã cresceram 104,7% em março mais uma vez na comparação com o mesmo mês em 2010. Ao todo, 17.178 exemplares do carro foram emplacados no período.

Nissan também cresceu no Brasil

As estratégias agressivas da Nissan não são exclusivas para o mercado de carro dos EUA. Por aqui, a marca também está adotando medidas especiais para crescer. Segundo o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas da marca japonesa subiram 38,7% em março em relação a fevereiro deste ano, com 5.841 veículos emplacados.

As razões para o aumento são diversas. Desde o segundo semestre de 2010, a Nissan do Brasil vem vinculando uma série de propagandas agressivas, quando não polêmicas. Além disso, a marca está praticando preços competitivos e o mais importante: a fila de espera por seus automóveis importados do México (Sentra, Tiida e Tiida Sedan) diminuiu por conta do aumento das importações para o país.
Fonte: iGcarros

terça-feira, 29 de março de 2011

Ford abre processo contra a Nissan por comercial


“O luxo todo que eu tenho é do dinheiro de vocês. Pagando preço 1.8 por um carro 1.6”, provocou a Nissan em seu comercial do Tiida hatch, que é comparado ao Focus. Não só o jingle, considerado ofensivo pela marca do oval azul, o filme também mostrava engenheiros da Ford vestidos como rappers americanos cercados por belas mulheres e artigos de luxo. O anúncio foi retirado do ar a pedido do Conar (Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária) no dia 3 de março e agora virou caso de polícia.

A Ford do Brasil abriu processo criminal contra a Nissan na 1° Delegacia Regional de São José dos Pinhais (PR), cidade sede da marca japonesa no país em parceria com a Renault. Ambas as fabricantes, no entanto, ainda não comentam sobre o assunto. Ação acusa o presidente da Nissan, Christian Neunier, e diretores da marca japonesa de concorrência desleal, uso indevido de marca e ridicularização dos funcionários da Ford. No caso de derrota nos tribunais, além de pagar indenização a fabricante oriental pode ser obrigada a se retratar publicamente sobre o comercial banido.

E esse não foi o primeiro comercial da Nissan com referências aos concorrentes. Recentemente a marca rebateu o preço do Fiat Idea em detrimento da Livina com um personagem arremessando dinheiro para o alto. Outro caso foi o anúncio da picape Frontier, que ironizava as capacidades das rivais Toyota Hilux e Volkswagen Amarok novamente com um jingle, mas desta vez sertanejo.
Fonte: iGcarros

sexta-feira, 18 de março de 2011

Direto do Japão: Avaliação do Nissan Moco (modelo 2010)


Quando se pensa em carro japonês, a imagem que vem na cabeça de muitas pessoas no Brasil é dos carros com fama de robustos e inquebráveis – imagem hoje arranhada pelos infindáveis recalls anunciados quase todo mês (no caso dos Toyota e Honda). Outros lembram dos saudosos esportivos da década de 90, quando quase todas as marcas japonesas tinham o seu – pelo menos uns 3 modelos de cada fabricante, hoje em dia no mercado nipônico eles não passam de 6 ou 7 modelos no geral e diminuindo cada vez mais (com a recente notícia do fim de produção do Lancer Evolution X).

E os mais jovens citam os atualmente famosos híbridos e elétricos como o Toyota Prius e Nissan Leaf. Mas poucos se lembram dos mini carros japoneses, popularmente chamados de kei cars, kei jidousha ou simplesmente “kei” – também pode ser apelidado de “chapa amarela” na gíria popular entre os brasileiros que vivem no Japão. São carros que praticamente fazem parte da cultura japonesa, como o sushi na culinária e o sumô nos esportes.

Os pequeninos automóveis nasceram na década de 50 e foram os responsáveis pela motorização (junto com a moto Honda Super Cub) e industrialização do país que foi arrasado pela 2ª guerra mundial. Usufruem de benefícios concedidos pelo governo japonês, como impostos e pedágios mais baratos (até multas, dependendo da infração), seguro mais em conta e geralmente não necessitam que o proprietário do carro comprove que tenha uma vaga para guardá-lo.

Possuem uma gama de modelos muito diversificada, que vai desde pequenas picapes e vans de carga (kei truck e kei van) até mini-esportivos (Daihatsu Copen) e valentes 4×4 (Suzuki Jimny), mas são as pequenas minivans tipo “tall wagon” e os hatches que se destacam nas vendas. A maioria dos brasileiros que moram (ou moraram) no Japão já teve um carrinho desse (ou atualmente tem um, como eu), devido ao custo muito baixo para mantê-lo.

No início dos anos 2000 a Nissan era a única marca japonesa que não tinha um kei no seu catálogo de produtos (como a Toyota é acionista majoritária da Daihatsu desde 1999, pode se considerar que esta empresa é a divisão de kei cars da Toyota) e precisava urgentemente aumentar suas vendas, já que havia perdido o 2º lugar no mercado japonês para a Honda. Como o tempo era escasso e o dinheiro em caixa estava em baixa, foi feito um acordo comercial com a Suzuki – e posteriormente com a Mitsubishi.

Os kei cars da Nissan são comercializados no sistema OEM (original equipment manufacturer), onde ela compra os carros das marcas parceiras e os revende como Nissan. Não necessitando nenhuma fusão ou participação acionária com as mesmas. Um negócio que é bom para ambas as partes, pois não é preciso projetar do zero um modelo (Nissan) e ao mesmo tempo aumenta o faturamento (Suzuki e Mitsubishi). No japão é muito comum um modelo de carro ter 2 ou 3 marcas diferentes – na maioria dos casos kei e veículos comerciais.


Em 2002 foi lançado o primeiro kei car da Nissan, o Moco. De nome estranho – derivado da gíria japonesa “moco-moco”, significa algo “bonitinho, agradável e caloroso” A Nissan diz que é em alusão ao seu desenho externo e interno… Ele era basicamente um Suzuki MR Wagon com a grade, para-choque dianteiro, emblemas trocados e acabamento interno diferente. E agradou em cheio os clientes Nissan que precisavam de um carrinho compacto e barato de manter mas não queriam mudar de marca.

Em 2006 ele mudou totalmente. Bem mais arredondado e com uma altura maior, ele conquistou o público feminino e se tornou o kei mais vendido da empresa – que hoje possui 7 modelos nesta categoria. Foi tão bem aceito que vendeu mais do que o carro que lhe deu origem – um fato raro no caso de carros com emblemas trocados, onde geralmente o modelo original vende bem mais. No mês passado nasceu a 3ª geração, sempre baseado no kei car da Suzuki e de desenho bem estranho por fora mas com o interior mais moderno e espaçoso.

O Moco avaliado é um da 2ª geração ano 2010. Um modelo recém-saído de linha, mas que serve perfeitamente para mostrar aos leitores do NA como são os kei cars, carros que provocam a curiosidade de muitos quando um post sobre eles é publicado. Como algumas pessoas sabem, são carros com um tamanho padrão de 3.40 m de comprimento, 1.48 m de largura, no máximo 2 m de altura e capacidade máxima para 4 pessoas.

A cilindrada e a potência do motor são limitados em 660cm³ e 64 cv respectivamente. Diante dessas imposições, a palavra-chave no projeto desses carrinhos é aproveitamento de espaço e de rendimento do motor ao máximo, deixando a beleza em segundo plano. E por isso o pequenino Nissan é um bom exemplo.

Uma boa parte dos kei cars possui um desenho que parece ter sido inspirado nos monstrinhos do Pokémon e o Moco não foge à regra. Com um desenho estranho para os brasileiros (muitos vão dizer que é feio mesmo…) mas absolutamente normal por aqui, ele agradou as mulheres por causa das suas formas suaves e arredondadas, interior bem cuidado e também pela variedade de cores bem femininas, como pode-se perceber pela cor azul calcinha do modelo das fotos.

Por ser a versão básica (S), ele não possui as colunas A, B e os arcos das janelas pintados em preto disponíveis no modelo mais caro, deixando-o com um aspecto bem simples. Pessoalmente acho essa geração mais bonita que a nova, que ficou com o visual “bagunçado” e desarmônico.

Por dentro ele é um carro bem espaçoso e confortável. E com certeza esse é um dos motivos do design controverso. Claro que não chega a ser como o Daihatsu Tanto ou o Suzuki Palette, que são referência quando o assunto é espaço interno na categoria (e eles pagam por isso com o seu desenho de gosto mais duvidoso ainda…) mas o Nissan abriga sem apertos os 4 ocupantes.

Mesmo com os bancos dianteiros totalmente recuados, ainda sobra muito espaço para pernas atrás (apesar do entre-eixos de 2.36m) e como a cabine é alta, a cabeça tem um bom vão livre. É mais confortável do que muito carro grande por aí. Na frente dirige-se como se estivesse vendo TV sentado no sofá de casa, posição ajudada pela altura dos assentos inteiriços e pelo apoia-braço central. E pelo fato da alavanca do câmbio ficar no painel, o Moco é um carro muito bom para namorar… Inclusive seus asssentos podem se transformar em cama. O porta-malas tem capacidade suficiente para as compras do dia a dia – porém quando se abaixa os bancos traseiros a área aumenta consideravelmente.

O que mais agrada é o acabamento interno, apesar do revestimento dos bancos terem uma cor chamativa, eles possuem uma textura muito agradável ao toque e todos os assentos tem regulagem de distância e inclinação do encosto. Os plásticos utilizados são de qualidade e com encaixes precisos. Além disso a tonalidade clara do interior aumenta a sensação de espaço.

Há vários porta-objetos espalhados pelo painel – inclusive uma pequenina mesa no lado do passageiro. Os porta-copos ficam nas extremidades. Um detalhe interessante é o espaçoso compartimento abaixo do banco do carona, perfeito para guardar as bolsas e sapatos das mulheres. O ponto negativo fica para o quadro de instrumentos. Como a maioria dos kei sem turbo, possui apenas um enorme velocímetro com um display digital que serve de indicador de marcha, odômetro (com indicador de consumo) e marcador de combustível, além das luzes espia. Passa uma enorme sensação de simplicidade – mas como é um carro feito para as japonesas, certamente elas não fazem questão de um conta-giros num veículo automático.

O motor de 658 cm³ é o tradicional K6A de 3 cilindros e 12 válvulas, comum á praticamente toda a linha de kei da Suzuki. Tem 17 anos de mercado e vários aperfeiçoamentos ao longo do tempo, é um propulsor bastante confiável e ainda relativamente moderno (mas já está sendo substituído pelo R06A, que estreou no MR Wagon/Moco 2011). Possui duplo comando de válvulas e VVT, gerando 54 cv e torque máximo de 6.4 kgfm. O Moco atinge 125 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em torno de 25 seg.

Seu desempenho é bom nas cidades japonesas, devido ao baixo limite de velocidade permitido nelas (entre 30 e 50 km/h em vias urbanas). O carro acelera bem até os 70 km/h mas depois disso o rendimento cai consideravelmente. Por isso não é recomendável fazer viagens longas, pois a falta de potência torna o passeio cansativo. Equipado com uma transmissão automática de 4 marchas (3 + overdrive), que ajuda a reduzir o nível de ruído mantendo o giro baixo na cidade, mas fazendo muitas reduções de marcha à mínima necessidade de potência, gerando um certo incômodo – deve ser por isso que o novo Moco 2011 vem equipado com CVT, que também o ajuda a beber menos combustível ainda. Por falar nisso, o consumo médio informado pela Nissan é de 22 km/l, um número até realista pois durante a curta avaliação o medidor de consumo do painel marcava em torno de 20km/l.

Para baratear a produção dos seus kei cars, a Suzuki adota uma única plataforma para praticamente todos os seus carros (com exceção do Jimny e dos utilitários). Sendo assim, componentes de direção, suspensão e freios são todos semelhantes entre os seus carros de passeio. As suspensões do Moco são as simples Mac Pherson na frente e I.T.L atrás – sigla de Isolated Trailing Link, uma variação do tradicional sistema de braço arrastado, patenteado pela Suzuki.

Dinamicamente é um carro bem resolvido, com uma boa estabilidade na cidade – porém sofre com ventos laterais na estrada, devido a altura. Como todo kei car, é um carro fácil de dirigir e percorre facilmente as apertadas ruas japonesas. A direção tem um ótimo diâmetro de giro e por causa da assistência elétrica é bastante leve e ajuda muito os braços das mulheres nas manobras. E os freios são muito eficientes, com ABS e brake assist (parecem até superdimensionados). Completando o pacote de segurança, airbags duplos de série.

O modelo 2010 do Nissan Moco era vendido em duas versões – S e E, motorização única e com opção de tração integral. Custava entre ¥ 1.058.400 ou R$ 21.300,00 (S) e ¥ 1.254.750 ou R$ 25.290,00 (E Four). No concorrido mercado japonês dos kei cars, o Moco ficou em 9º lugar em vendas, com 4.247 unidades vendidas – dados de janeiro, quando o modelo 2010 ainda era vendido (como comparação, o Suzuki MR Wagon vendeu 3.230 unidades no mesmo período). Mas bem longe do líder Daihatsu Move com suas 14.209 unidades vendidas.

O motivo para tal diferença é que o Nissan é vendido quase que exclusivamente para as mulheres, enquanto o modelo da Daihatsu atende uma faixa bem mais ampla de consumidores. Com o Moco, a Nissan conseguiu mostrar aos concorrentes (ainda que com a ajuda da Suzuki) que pode vender um carro prático, espaçoso, bem acabado e de desempenho adequado ao trânsito urbano por um preço acessível. Mesmo sem produzir um modelo próprio de kei, a Nissan conseguiu ultrapassar a Honda nesse concorrido segmento – e está em 3º lugar, dando o troco pelo posto perdido para a rival no mercado de carros de passeio comuns.

No início da década de 90 o Brasil também já teve seus kei cars. Poucos se lembram, mas Subaru Vivio, Daihatsu Cuore (este com motor de 800 cm³) e os utilitários Towner da falida Asia motors (que eram projetos do kei truck e van da Daihatsu e usavam um motor de 800 cm³ também) foram os representantes dessa categoria de veículos mas foram sucumbidos pelo preço alto, tanto do carro quanto da manutenção – no caso dos japoneses, e pela faléncia da coreana por causa da crise asiática.

Na época, um importante executivo da indústria automobilística nacional chegou a afirmar que esses carrinhos “nunca dariam certo no mercado brasileiro porque o povo não compra carro menor que o Gol…” Mas os tempos mudaram e hoje no Brasil temos os pequenos utilitários chineses da Chana, o criticado Effa M100, o Chery QQ – que será lançado em breve, além do coreano Kia Picanto e a expectativa de que mais modelos virão da China e Coréia. Todos com um porte um pouco maior que os kei japoneses mas certamente menores que o líder de vendas da VW…

Diante desse cenário, será que os simpáticos carrinhos japoneses dariam certo no mercado brasileiro? Dê a sua opinião!

Ficha técnica – Nissan Moco S 2WD (MG22S)
Quilometragem do carro avaliado: 5.508 km
Dimensões e capacidades:
carroceria: minivan tipo “tall wagon”/5 portas
comprimento/largura/altura: 3.40/1.48/1.62m (interno: 1.94/1.28/1.28m)
entre-eixos: 2.36m
peso: 820 kg
relação peso/potência: 15.18 kg/cv
no. de passageiros: 4
tanque de combustível: 30 litros, gasolina comum
consumo médio: 22 km/l (dados de fábrica)
velocidade máxima: aprox. 125km/h
aceleração de 0 a 100 km/h: em torno de 25 seg.
Motor:
dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, DOHC 12V com VVT, 658cm³
Diâmetro e curso: 68.0mm×60.4mm
Taxa de compressão: 10.5
Potência: 54 cv (40kW)/6500rpm
Potência específica: 82 cv/litro
Torque: 6.4 kgfm (63 nm)/3500rpm
Câmbio:
automático de 4 marchas, tração dianteira
Direção:
assistência elétrica, 4.1m de diâmetro de curva
Suspensões:
Mac pherson (D), I.T.L – braço arrastado (T)
Freios:
disco sólido (D), tambor (T)
Pneus:
155/65R13 73S

Principais equipamentos de série:
Ar condicionado, direção com assistência elétrica, trio elétrico, ABS com brake assist, duplo airbag, vidros traseiros escurecidos (portas e tampa do porta-malas), banco do motorista e coluna de direção regulável em altura, limpador e lavador do vidro traseiro, bancos traseiros bi-partidos e reguláveis em distância, entre outros.
Preço: ¥ 1.058.400 ou R$ 21.300,00
fonte: NA
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